A Lei 14.852/24 sancionada no dia 3 de maio, estabelece um marco legal para a indústria de jogos eletrônicos no Brasil. O projeto passou por tramitações na Câmara dos Deputados e no Senado, com alterações no texto original proposto por Kim Kataguiri e relatado por Darci de Matos. A lei regulamenta a fabricação, importação, comercialização e desenvolvimento de jogos, trazendo incentivos fiscais, proteção de crianças e adolescentes e regulamentação do desembaraço aduaneiro.

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A tramitação da lei começou na Câmara dos Deputados, onde foi aprovada, e seguiu para o Senado, com modificações. O presidente sancionou a lei, mas vetou o abatimento do Imposto de Renda para empresas que investissem em jogos independentes, alegando falta de impacto orçamentário.

A legislação estabelece regulamentações para a indústria de jogos, com exceção dos jogos de aposta, e oferece incentivos fiscais para o setor. Ela também implementa mecanismos de proteção para crianças e adolescentes, como a classificação etária nos jogos e medidas de segurança digital. Esses aspectos são essenciais para o crescimento sustentável da indústria e para garantir que o ambiente virtual seja seguro para os usuários mais jovens.

Com a regulamentação e os incentivos fiscais, espera-se um aumento significativo no investimento e na produção de jogos no Brasil. A criação de um ambiente mais seguro e transparente, com a regulamentação do desembaraço aduaneiro e a proteção dos direitos dos consumidores, tende a fortalecer a economia criativa e atrair investimentos, impulsionando o mercado de jogos e gerando mais empregos no país.